| Review | Opal de Jennifer L. Armentrout

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018


No one is like Daemon Black.When he set out to prove his feelings for me, he wasn't fooling around. Doubting him isn't something I'll do again, and now that we've made it through the rough patches, well... There's a lot of spontaneous combustion going on.But even he can't protect his family from the danger of trying to free those they love. After everything, I'm no longer the same Katy. I'm different... And I'm not sure what that will mean in the end. When each step we take in discovering the truth puts us in the path of the secret organization responsible for torturing and testing hybrids, the more I realize there is no end to what I'm capable of. The death of someone close still lingers, help comes from the most unlikely source, and friends will become the deadliest of enemies, but we won't turn back. Even if the outcome will shatter our worlds forever.Together we're stronger...and they know it.
Opal é o terceiro livro da série Lux de Jennifer L. Armentrout e apesar das minhas expectativas para este terceiro volume situarem-se para lá de Júpiter, - outra vez - não fiquei desiludida. Mais uma vez a autora criou um livro espectacular e o seu trabalho com Opal excedeu qualquer uma das minhas esperanças para o desenrolar da história de Daemon e Katy. Desde o primeiro volume, Obsidian, que senti uma evolução enorme na escrita da autora, seja ao nível da estruturação, da profundidade dos personagens ou nas descrições das emoções.
Opal possui um objectivo muito concreto. A linha temporal é clara e apesar de algumas tentativas para distrair o leitor é claro o ponto onde a história iria acabar. O que não é tão transparente é a forma como esse final iria ser explorado embora, a meu ver, houvesse apenas duas opções viáveis e, mesmo assim, apesar de ter consciência dessas duas possibilidades, a autora ainda conseguiu surpreender-me e deixar-me profundamente transtornada e desejosa de colocar as mãos no próximo volume.
You and that damn pen!
Opal é também um livro muito diferente dos anteriores. Em primeiro lugar, encontramos-nos no rescaldo da primeira grande perda e, em segundo lugar as relações que se estabeleceram com tanto afinco nos primeiros dois livros mudaram - nada é o mesmo - e ainda bem. Esta mudança na dinâmica entre os antigos e os novos personagens permitiu a maturação da protagonista enquanto líder da história. Para além disso, o romance que a autora vem a desenvolver desde o primeiro livro é um romance que faz sentido, que não foi criado do nada, embora a atracção física estivesse sempre lá. Esta sensação de realismo transforma qualquer livro em algo excepcional e este crescimento na relação de Daemon e Katy é uma das minhas coisas favoritas na série Lux.
O elemento paranormal de todo o livro é diferente das minhas leituras habituais embora já me tivesse aventurado em águas parecidas com Sou o Número Quatro. A minha opinião é a de que por muito irreal que o elemento fantástico possa ser/parecer, a forma como o/a autor/a descreve e expõe ao leitor é determinante na forma como ele o percebe e aqui Jennifer L. Armentrout foi brilhante ao, desde o primeiro livro, dar ao leitor uma sensação de descrença, medo e confusão através da protagonista. Isto mantém-se à medida que o nosso conhecimento/da protagonista aos elementos paranormais evolui.
No entanto, algo que se manteve inalterável - um ponto demasiado comum a outros do mesmo género -  foi a ausência de respostas. À medida que a história e o romance evoluem, a compreensão do leitor em relação aos motivos dos antagonistas permanece quase inexistente. Ao invés de vermos algumas questões respondidas, há um acumular de problemas, situações a resolver e de pessoas a quem não confiar e a confusão instala-se. Para mim, com tudo o que estava a acontecer, não houve tempo para possíveis teorias - queria chegar ao fundo da questão.
I love you Katy. Always have. Always will. 
Jennifer L. Armentrout conquistou-me a alma e o coração. A escrita da autora é muito simples e relacionável e o seu maior forte é, sem dúvida, os diálogos. A troca de palavras entre os personagens, em comunhão com uma moral real transformam o livro em algo emocionalmente palpável. Recomendo! E recomendo outra vez! O facto de ainda não ter o volume seguinte da série deixa-me extremamente chateada.



E vocês? Quem é que já leu? Digam nos comentários em baixo!

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