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| Cinema | A Todos os Rapazes que Amei (2018)


A Todos os Rapazes que Amei é uma adaptação cinematográfica do livro com o mesmo nome, autoria de Jenny Han. Não são muitos os contemporâneos fielmente adaptados e que encerra na sua história o coração do seu material original e, neste aspecto, a Netflix surpreendeu - e muito.  Os críticos têm sido amáveis e as respostas ao filme foram, até agora, fabulosas. Um filme que eleva e adopta a diversidade e que não tem receio de ser fiel ao seu criador.
Love is scary: it changes; it can go away. That's the part of the risk.
A Todos os Rapazes que Amei, agora em filme, foi uma adaptação divertida e, sobretudo, adorável. Lana Condor (Lara Jean Covey) e Noah Centineo (Peter Kavinski) captaram na perfeição a essência de cada um dos seus personagens de tal modo que parecia que estava a ver imagens saídas directamente da minha imaginação. Uma comédia romântica adolescente que é motivada pelos personagens e pelas relações reais que se estabelecem entre elas. É, simultaneamente, uma história de amor e sobre o amor e o que retiramos dele. É uma história sobre amizade e família. É uma história sobre o que significa ser adolescente e estar apaixonado.

Peter e Lara 
No entanto, simultaneamente, a sua natureza romântica e adolescente faz com que seja fácil fazer previsões sobre o que vai acontecer pois a história - tal como no livro - cai nos estereótipos comuns, o que pode ser ou não negativo, dependendo do cansaço ou não do espectador a ser exposto aos mesmos. Porém, para mim, com o passar dos minutos, esses estereótipos foram rapidamente esquecidos pelas interpretações, principalmente pela protagonista que é tão encantadora quando é divertida. O humor que existe é bem executado e soa real e é fácil para o espectador sentir empatia para com Lara Jean e para com a sua família. As emoções são claras e a ligação e a química entre os personagens é verdadeira. 
It's not like in the movies. It's better, because it's real.
Ver A Todos os Rapazes que Amei foi uma experiência agri-doce pois queria assistir ao final que já conhecia mas, simultaneamente não queria sair do mundo criado originalmente por Jenny Han. Um mundo que me fez sorrir do início ao fim. Foi uma adaptação que me aqueceu o coração de várias formas e que me animou o dia. Um filme adorável, de cores fortes que coloca o espectador em sintonia com a protagonista. É um filme sobre o que significa crescer e que revela a importância do primeiro amor e das primeiras experiências.




E vocês? Quem é que já viu o filme? Gostaram tanto quanto eu? Digam nos comentários em baixo!

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